Amigos, leitores meus que compatilham com o poeta, a constante vivência do que é sentir o sentimento arder mais que fogo à alma, e imobilizar muito mais que um gelo o corpo frente a pele em que "me derreto", segue um fragmento de um soneto do homem que transpareceu o mais lindo sentimento aos olhos do que lhes escreve, sabia pouco ele sobre mim, mas sabia mesmo assim que sentimento tamanho, ou maior que o prórpio que o fazia viver a procurar, e que sem querer terminei antes mesmo do fim por achar, e enfim... de forma "reservada" e resumida, quero que saiba Flor, Minha Laranja Flor de tons azuis precoces e lindos, desejo que saiba o quanto te quero e o quanto me desespero ao esperar teus abraços, carinhos, para me mostrar os caminhos de idas sem voltas em nossas viagens paradas em que minha alma de imopbilidade se solta, saiba Mulher, hoje é triste a lágrima que corre em tua face, mas tua tristeza, para mim, é coisa que se acabe, e que se mate de solidão, pois neste momento enfim te acompanhará a boa comapnhia de meu poeta coração, saiba mulher, quanto prazer aqui transbordo eu, enquanto tu Euridice e eu Orfeu, enquanto Julieta e eu Romeu, eu o saber Você Minerva, eu como Adão você de Eva, arroz feijão, o chá e a erva, Lisbela Prisioneiro, casais, comparsas, unidos todos de qualquer forma do mundo inteiro, seremos agora tu e eu sinônimos de felicidade!
E acaba de cair das pontas dos teus cilhos a última gota de amargura, e agora tua vida, a minha, a nossa será feita de abraços, de sorrisos e doçura!
"Distante a minha paixão, se me afigura
O sabor como um patético tormento
Pensar nele é morrer de desventura
Não pensar é matar meu pensamento
Seu mais doce desejo se amargura
Todo o instante perdido é um sofrimento
Cada beijo lembrando uma tortura
Um ciúme do próprio ciumento"
Vinicius de Moraes
terça-feira, 13 de maio de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário