Sou anil, turquesa, bebê
Marinho, escuro ou claro
Se numa pedra preciosa, caro
Sou do elemento para se beber
Já sou mais teu, que meu
E sem ti não sou mais cor
Sem graça, assim sem sabor
Um mar de imensidão um breu
Que não colore, é opaco, quase horrível
Já um tom ultrapassado sem razão de ser
Contigo... sou forte, brilhante, impassível
E mesmo audível, quando me chamam de blues
Para que em sentidos tantos, eu possa aparecer
Pra que me sinta toda, em vários tons de azuis
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Um comentário:
"E mesmo audível, quando me chamam de blues"
muito bom hein amigo!
Postar um comentário