quinta-feira, 8 de maio de 2008

Soneto do Transbordante

É terna a inspiração que me provocas
E não conte-la, é um prazer imenso
Enquanto ter-te, faz de incomum meu senso
Ao derreter minh’alma, quando sutil me tocas

E aquece o sangue, a pele, a alma
Que apaixonar-se, é fato eminente
Pois o teu corpo em presença, já trasbordantemente
Instiga o todo, e ao mesmo todo acalma

E sob tuas macias palmas, viciantemente ternas
Se refez poeta, um homem puro
Que antes do fim te quer eterna

Isenta de prantos, rica de sorrisos tantos
Que me iluminem mesmo enquanto triste escuro
Pois és felicidade, Delícia... és meu encanto

Nenhum comentário: